O que era pra ser “The Rock e Animais Gigantes 3” se mostrou um filme com um roteiro bem aproveitado, efeitos de encher os olhos e muita, mas muita ação.

A atuação de Dwayne Johnson não deixa a desejar, o que torna o filme ainda mais interessante. Junto de “The Rock” temos o inesquecível Comediante, Pai dos Winchester ou também, para os mais novos, Negan (Jeffrey Dean M(ozão)organ.) que tem um papel fundamental no filme.

No trailer eu esperava um vilão clichê do governo que só quer atrapalhar as coisas, mas no filme ele se mostra o contrário, o que o torna muito bom. Mas, mesmo com um elenco muito bom, o que chama atenção são os efeitos especiais; desde um simples gorilla até a cidade de Chicago completamente destruída pelos monstros gigantes. É possível ver o trabalho excepcional da equipe de efeitos visuais, mas como nada é perfeito, também vemos alguns pequenos deslizes, por preguiça ou por orçamento. Mas independente disso é um filme de encher os olhos em todos os sentidos.

A trama é bastante direta e se desenrola sem rodeios, não deixando espaço para mal entendidos. Cada personagem é bem definido desde de sua primeira aparição e de início já é possível ter uma ideia de como será o decorrer da trama.

Rampage – Destruição Total é uma adaptação de um jogo onde um gorila, um crocodilo e um lobo destruindo cidades, e quando o jogador morre as criaturas voltam a sua forma humana. A intenção do diretor não era colocar humanos mutantes no jogo e, sinceramente, isso não fez falta alguma, até porque ele poderia acabar fazendo um filme de lobisomem. Sua intenção era se manter fiel aos princípios e aos elementos visuais do jogo, o que foi feito com excelência. As constante cenas de ação, as explosões e os ataques não te deixam piscar por um segundo sequer, e mesmo sendo um filme de “live action”, o imax é muito bem aproveitado em cada um dos detalhes “não-humanos” do filme, mais uma vez, de encher os olhos.